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Sua primeira experiência com gel foi um desastre? Calma, você não está sozinho.

Se você já comprou um gel de carboidrato para usar no treino só porque viu todo mundo tomando, provavelmente passou pela mesma sequência de acontecimentos:

Você chega na loja (ou entra no site), escolhe um gel “na média”, nem muito caro, nem muito barato, sem fazer ideia de qual marca, textura ou composição seria melhor para você.

No dia do treino, tira o gel do bolso no meio do percurso e simplesmente toma. Sem água, sem saber o momento certo e sem ter treinado o estômago para aquilo.

Resultado? Enjoo, gosto estranho, sensação de “bomba” no estômago e aquela conclusão clássica:


“Gel não é pra mim. Nunca mais.”


E adivinha? Esse roteiro é extremamente comum. Muitas pessoas desistem do gel na primeira tentativa porque ninguém explicou como usar.


O que ninguém te conta sobre o gel

O gel não é um “shot mágico” que você toma e tudo fica perfeito. Existem três peças fundamentais para que ele funcione:


1. Escolha do gel

Existem diferenças importantes entre os géis:

  • composição (glicose, frutose, maltodextrina, palatinose, etc.)

  • textura (mais líquido, mais denso, com cafeína ou sem)

  • quantidade de carbo por sachê

  • presença de eletrólitos

Esses detalhes influenciam digestão, tolerância e performance.


2. Treino do estômago

Assim como você treina pulmão e perna, o sistema digestivo também precisa aprender a trabalhar sob esforço.

Tomar gel pela primeira vez no meio do treino é como testar um tênis novo em uma prova: não costuma dar certo.


3. Planejamento por tempo

O consumo não é aleatório. Dependendo da modalidade, intensidade e duração, você precisa organizar:

  • qual gel

  • quantos gramas de carbo por hora

  • quanto tempo entre um e outro

  • se precisa de água junto

Sem isso, a chance de passar mal aumenta muito.


Então… o gel funciona ou não?

Sim! E muito. Para quem treina endurance, o gel é um dos formatos mais práticos e eficientes para manter níveis adequados de carboidrato e energia ao longo do treino ou prova.

Quando bem escolhido e bem usado, ele reduz a fadiga, mantém o ritmo e evita aquela queda brusca de performance nos minutos finais.


E agora?

Se a sua primeira experiência foi ruim, isso não significa que o gel não serve para você.

Significa apenas que você não recebeu orientação, e isso faz toda a diferença.

No fim das contas, a pergunta que importa é:

Você sabe qual gel tomar, quanto e quando?

Se a resposta for “ainda não”, relaxa: ninguém nasce sabendo, e dá para ajustar com estratégia.

Se quiser, posso te ajudar com isso: desde a escolha do gel até a organização por treino e prova, principalmente se você é do endurance: triatlo, corrida, natação, bike.

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